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01.12.2017 - Emergências e Urgências infecciosas no paciente Oncológico: como lidar?
 
Esta semana (28), foi realizado no IBCC (Instituto Brasileiro de Controle do Câncer) um treinamento destinado a profissionais de todos os setores assistenciais e médicos sobre os tipos mais comuns de urgências e emergências infecciosas que podem acometer um paciente oncológico.

A palestra foi ministrada pelo pediatra infectologista, Dr. Marcelo Otsuka, e também membro da Sociedade Brasileira de Infectologia Pediátrica, que apresentou dados da prevalência da infecção, que incide em 41% nas neoplasias de maior risco e representa uma hospitalização de 56%. Na oportunidade, o especialista reforçou que entre os índices de mortalidade, a sepse representa 49,8% dessas infecções.

O palestrante reforçou as abordagens iniciais das infecções no paciente oncológico considerando a importância de identificar as causas, o local ou locais exatos das infecções, os sintomas, os agentes infecciosos e os fatores de risco de cada paciente, fazendo valer os protocolos e processos contínuos e não apenas uma avaliação única.

O público interagiu com perguntas, dúvidas e esclarecimentos importantes. “É imprescindível adotar práticas para descobrir o local exato da infecção, como por exemplo, a sepse que pode ter vários focos. É importante atenção ao prazo para introdução do antimicrobiano e analisar as respostas hemodinâmicas do paciente com acompanhamento contínuo, para que o mesmo obtenha uma melhor resposta”, afirma o Dr. Marcelo Otsuka.

O treinamento foi organizado pelo NIQESP, Núcleo Integrado de Qualidade, Estratégia e Segurança do Paciente do IBCC. “O paciente oncológico demanda cuidados particulares no que envolve a atenção às Infecções Relacionadas à Assistência em Saúde (IRAS). Reforçar em treinamentos e cursos os protocolos e as condutas que envolvem toda a equipe multiprofissional é de fundamental importância para mais qualidade e segurança na assistência”, constatou Fabíola Gonçalves, coordenadora administrativa do NIQESP.