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21.03.2018 - Mulheres relatam experiências do tratamento em Encontro de Vidas
 
“Assim que recebi o diagnóstico de câncer eu quis estar só. E assim também foi a minha vontade na minha primeira consulta. Nem familiares ou amigos deixei que entrassem comigo no consultório. Era meu aquele câncer e eu precisaria enfrentá-lo primeiro, antes que todos soubessem eu tinha muito a esclarecer com o médico”, relatou Débora Monteiro, fisioterapeuta e assistente social que diagnosticou um câncer de mama em 2013 e seguiu com persistência o tratamento cirúrgico de radioterapia e quimioterapia.

Foi com essa determinação que durante mais um “Encontro de Vidas” promovido pela equipe multidisciplinar do IBCC, ela dividiu sua experiência e somou forças com a presença de profissionais e médicos que puderam acompanha-la em seu tratamento nesses 5 anos. “Onde estava essa mulher que teve que descobrir um câncer pra redescobrir-se? Pra enxergar de fato o que vale a pena carregar, quem a gente quer ser? o que queremos ter? Quem são as pessoas que realmente importam? O câncer foi a maior faculdade que tive e assim espero poder servir de exemplo às mulheres que irão passar ou passam por esse diagnóstico”, enfatizou. Vários profissionais prestigiaram o emocionante Encontro de Vidas do IBCC. Um deles foi o Dr. Andrade, mastologista que acompanhou Débora Monteiro, que também marcou presença nesse dia tão especial.

Outra inspiração nesse Encontro de Vidas temático em menção ao mês da mulher foi Kátia Cristina. A dentista, que foi entrevistada em matéria especial do dia da mulher na Revista Isto é, que abordou a mulher como a principal força de transformação do mundo atual, conta que quando descobriu que estava com o mesmo câncer de mama, chorou em apenas um momento: quando foi contar o diagnóstico pra mãe e pra filha. “Na verdade, o choro aconteceu muito mais pela reação delas em me ver nessa situação. E ainda assim eu as consolei e disse que era pra ficarem calmas, que aquilo tudo iria passar”, relata Kátia, que sempre esteve otimista e procurou aproveitar tudo o que o Hospital poderia lhe oferecer além das sessões ou consultas. “Na verdade, assim como a Débora eu nunca gostei de usar a palavra doença e no IBCC participei de grupos, oficinas e fiz amizades. O IBCC é um lar que nos recebe e nos acolhe”, finaliza.

A psicóloga Marilda Vasques do IBCC pôde acompanhar a trajetória tanto de Débora Monteiro quanto de Kátia Cristina nas consultas que faziam parte do tratamento e acompanhou de perto a superação dessas mulheres.