- Convênios  
  - Marque Consulta  
  - Exames  
  - Trabalhe Conosco  
  - Imprensa  
  - Humanização  
  - Ajude o IBCC  
  - Informativos  
  - Transplantes  
 
     
  ESPECIALIDADES MÉDICAS  
 
 
     
 

Dermatologia, Tumores Cutâneos e Partes Moles

Saiba mais sobre Dermatologia e o Câncer da Pele

O que é Dermatologia?
É a área da Dermatologia que estuda os cânceres da pele.

Quais os cânceres da pele mais frequentes?
A Dermatololgia é a especialidade que cuida das doenças da pele e, no caso específico da Oncologia, dos cânceres de pele.

Câncer de pele não-melanoma

O que é câncer de pele não-melanoma?

São tumores que surgem após células da pele sofrerem mutações nos processos normais de multiplicação e renovação. Os tipos não-melanoma são os mais frequentes no Brasil e correspondem a 25% de todos os tumores malignos registrados no País. Se forem detectados precocemente, a chance de cura é alta.

Diagnóstico / Prevenção

O que causa o câncer de pele não-melanoma?
A exposição aos raios ultravioletas do sol sem proteção é o principal elemento que pode ocasionar esse tipo de câncer. Outros fatores de risco além da predisposição genética são; a exposição exagerada nas câmaras de bronzeamento artificial, agentes químicos, radiações ionizantes, drogas imunossupressoras (usadas em tratamento de transplante de órgãos), pacientes com doenças fotossensibilizantes ou em uso de drogas fotossensíveis.

Quais os sintomas do câncer de pele não-melanoma?
Feridas na pele que não cicatrizam, variação de cor de manchas, pintas que coçam, ardem, descamam ou sangram.

Como se detecta o câncer de pele não-melanoma?
Os cânceres não-melanoma apresentam duas linhagens diferentes. O carcinoma basocelular e o epidermóide. O basocelular surge como ferida ou nódulo de cor avermelhada, que coça e, às vezes, sangra. Sua evolução é lenta e atinge 80% dos casos. Já o carcinoma epidermóide é diagnosticado pela presença de uma ferida que não cicatriza, com evolução rápida, acompanhado de secreção e coceira. Esse tipo pode ocasionar metástase e é responsável por 15% dos tumores de pele. O dermatologista pode detectá-los pelo exame clínico e com o exame dermatoscópico (instrumento que analisa nos mínimos detalhes as lesões na pele). A partir da suspeita clinica é feita a retirada de tecido do local (biopsia) e o material é examinado por patologistas através do exame anatomopatológico. É muito importante também a realização do autoexame, se notar alguma anormalidade, procure um dermatologista que fará o diagnóstico.

Há como prevenir o câncer de pele não-melanoma?
Sim, com medidas de fotoproteção contínuas desde a infância. São elas: evitar a exposição ao sol das 10 às 16 horas, utilização de chapéus, óculos e roupas adequadas. Além de usar filtro solar com fator de proteção 15 ou mais, de acordo com o tipo de pele.

O câncer de pele não-melanoma tem cura?
Sim, se for detectado precocemente, apresenta grandes chances de cura. São os de maior incidência na população brasileira, mas, felizmente, de mais baixa mortalidade.

Quem são as pessoas mais propensas a desenvolver essa doença?
Pessoas com mais de 40 anos, aquelas de pele clara que se expõem cronicamente ao Sol e que tiveram várias queimaduras ao longo da vida.

Tratamentos

Como é feito o tratamento do câncer de pele não-melanoma?
Para as duas linhagens de câncer de pele não-melanoma o tratamento é cirúrgico e/ou radioterápico, dependendo do estágio da doença. Há outras medidas menos frequentes, como a criocirurgia, a terapia fotodinâmica e a imunoterapia.

Câncer de pele melanoma

O que é o melanoma?
É uma doença que faz as células da pele sofrerem mutações e começarem a se multiplicar sem controle. É o mais grave dos cânceres da pele e representa 5% dos casos. Apesar de sua incidência ser pequena, seu número está em constante progressão e seu diagnóstico mais precoce. Ele surge nos melanócitos - células que produzem a melanina, que dão cor à pele e, dependendo de sua profundidade, pode chegar à corrente linfática (gânglios) e órgãos internos.

Diagnóstico / Prevenção

O que causa o melanoma?
Assim como o tipo não-melanoma, a exposição aos raios ultravioletas do sol sem proteção é o principal fator que pode ocasionar esse tipo de câncer. Queimaduras solares frequentes e histórico familiar para essa doença, também deve servir de alerta. Por isso, é importante evitar o sol no horário entre 10 e 16 horas e utilizar protetor solar com proteção 15 ou superior.

Quais os sintomas do melanoma?
O melanoma se manifesta como uma pinta escura de bordas irregulares acompanhada de coceira e descamação, pelo crescimento ou alteração na coloração e na forma de uma pinta antiga.

Como se detecta o melanoma?
Pela mudança na coloração de pintas já existentes ou a aparição de pintas que mudam de tamanho. Pode variar do castanho-claro até a cor negra. Também podem surgir nódulos visíveis e palpáveis. Qualquer anormalidade procure um médico dermatologista, que poderá solicitar uma biopsia.

Há como prevenir o melanoma?
A prevenção do câncer de pele melanoma segue as mesmas orientações do não-melanoma: evitar exposição ao Sol das 10 às 16 horas, quando os raios são mais intensos, já que o maior fator de risco é a sensibilidade ao Sol. É importante também utilizar medidas de fotoproteção, como roupas, chapéus e óculos, além do protetor solar.

O melanoma tem cura?
Mesmo sendo o tipo de câncer de pele mais grave, devido à sua alta possibilidade de metástases, tem elevadas possibilidades de cura, quando detectado precocemente.

Quem são as pessoas mais propensas a desenvolver o melanoma?
Adultos, masculinos, de idade entre 40 e 60 anos, com pele clara.

Tratamentos

Como é feito o tratamento do melanoma?

O tratamento é cirúrgico, quimioterápico e/ou radioterápico, dependendo do estágio da doença. Quando há metástases, as possibilidades de cura diminuem, mas hoje há novos medicamentos biológicos (imunoterapia) que controlam melhor o crescimento e a evolução da doença. Nesses casos, o tratamento alivia os sintomas e tenta garantir uma melhor qualidade de vida.

Dúvidas frequentes
A partir de qual idade devemos intensificar os cuidados com a pele?
Desde a infância. O sol tem efeitos cumulativos e pode causar grandes danos à saúde quando o indivíduo estiver na fase adulta.

Quais são os principais cuidados que devemos tomar com a pele para nos protegermos do Sol?
- evitar o sol entre 10 e 16 horas;
- proteger-se com camiseta, chapéu, óculos escuros, guarda-sol e filtro solar;
- usar o filtro solar diariamente e reaplicá-lo todas as vezes que molhar o corpo e estiver exposto ao sol;
- fazer regularmente o autoexame da pele;
- consultar periodicamente um dermatologista.

Como o filtro solar deve ser usado?
Ele deve ser aplicado de 20 a 30 minutos antes da exposição ao sol, pois esse é o tempo necessário para que o produto penetre na pele e possa reagir com as células, efetivando a proteção. Também é importante lembrar que o filtro solar tem duração de duas a três horas, devendo ser reaplicado a cada duas horas e/ou após o mergulho no mar ou na piscina. A regra também vale para a transpiração excessiva.

Qual é o fator de proteção mais eficaz?
Os filtros solares com fatores 25 e 30 garantem 90% da proteção da pele, se usados corretamente. É importante lembrar que o protetor solar deve ser usado desde a infância, já que é nessa fase que são praticadas mais atividades ao ar livre.

Os protetores infantis são eficazes?
Sim, eles são eficazes. Além disso, os protetores infantis são menos alergênicos. Vale ressaltar que eles também devem ser aplicados a cada duas horas.

As crianças devem usar protetor solar a partir de qual idade?
A partir do primeiro ano de vida. O protetor deve ser aplicado a cada duas horas, após os exercícios físicos e ao sair do mar ou da piscina.

Autoexame câncer de pele
http://www.ibcc.org.br/autoexame/pele.asp

 
     
  << Voltar para a tela anterior