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Grito dos Excluídos 2017 debate democracia e luta

IPATINGA – Em seu 23º ano, o Grito dos Excluídos 2017 convida a população a uma reflexão sobre a necessidade de lutar por direitos e pela democracia. O tema do evento, realizado no próximo dia 7, data em que se comemora a Independência política do Brasil, não poderia estar melhor contextualizado com o momento político vivido pelo País. Em tempos de usurpação de direitos e da democracia, o debate denuncia a estrutura agressiva e excludente da sociedade e a perda de direitos dos trabalhadores, enfatizando a importância da mobilização permanente em defesa das conquistas sociais. O ato acontece em todo o País e é construído pelos movimentos populares, sociais, sindicais, organizações civis e diversas denominações religiosas. O 7 de Setembro é a data escolhida para questionar o padrão de independência alcançado pelo povo brasileiro, constituindo-se o Grito um espaço de participação livre e popular para denunciar qualquer forma de exclusão e discriminação social enfrentada pelo povo brasileiro. O evento envolve todo o Vale do Aço, incluindo João Monlevade e Itabira, e este ano acontece em Ipatinga, na Paróquia São Geraldo Majela. A concentração está marcada para a praça do bairro Esperança, às 9h, seguida de caminhada até a praça do bairro Bom Jardim. O encerramento está previsto para as 12h. GOVERNO ILEGÍTIMO O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), subsede de Ipatinga, participará do Grito dos Excluídos. Para Feliciana Saldanha, integrando da direção estadual do Sind-UTE/MG e membro da Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais/Regional Vale do Aço, o tema do ano vai ao encontro das mobilizações realizadas pelos movimentos sociais em defesa dos direitos dos trabalhadores, não apenas em Ipatinga mas também em todo o Estado. “Estamos lutando contra este governo ilegítimo e golpista, que sem qualquer legitimidade popular, usurpou direitos dos trabalhadores com a reforma trabalhista. Estão em curso diversos golpes contra o trabalhador e os espaços públicos devem ser utilizados para levarmos nosso protesto a toda a população e fortalecer a nossa luta”, avalia. Feliciana acrescenta que a participação no Grito dos Excluídos integra o calendário de mobilizações da CUT em todo o País. APOSENTADOS Também será lembrada a situação dos aposentados da rede municipal de Ipatinga, que estão sem receber a complementação de suas aposentadorias desde agosto do ano passado. Embora o direito seja garantido por lei – hoje com sua constitucionalidade questionada na Justiça em função da omissão dos gestores públicos na criação de um fundo financeiro para financiá-la -, os aposentados tiveram até mesmo o pagamento em consignação de seus empréstimos, planos de saúde e até pensão alimentícia cortado pelo atual governo municipal. “A Justiça determinou o pagamento do benefício de quem já está aposentado. A Administração Municipal, embora tenha se comprometido com o pagamento caso não houvesse impedimento legal, se recusa a cumprir as decisões judiciais. Vamos mais uma vez levar a público nossa luta”, resume o coordenador da subsede de Ipatinga, Jodson Sander. SERVIÇO 9h Praça do bairro Esperança, seguida de caminhada até a praça do bairro Bom Jardim. O encerramento será às 12h30. CONFIRA A PROGRAMAÇÃO 10h Abertura oficial do grito - Regional 1 da Diocese Itabira-Coronel Fabriciano 10h30 Saída para caminhada 10h45 Primeira parada (em frente ao Campo do Nescau) - Regional II da Diocese Itabira-Coronel Fabriciano (Temática: Estado Fomentador da Violência/Uma Ecologia Integral) 11h05 Retomada da caminhada 11h20 Segunda parada (em frente ao posto de gasolina) - Regional 1 da Diocese Itabira-Coronel Fabriciano (Temática: Democratizar a comunicação/Unir generosos/as nas ruas) 11h35 Retomada da caminhada 11h45 Terceira parada (Praça Valdomiro Serafim, Bom Jardim) - Regional III da Diocese Itabira-Coronel Fabriciano (Temática: Direitos básicos/Participação e emancipação popular)
 


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